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SALVE O ROCK!

09 de julho de 2015


 

O Dia Mundial do Rock, comemorado em 13 de julho, começou como uma homenagem ao megaevento que aconteceu em 1985, o Live Aid, um show beneficente, simultâneo, em Londres e na Filadélfia. O objetivo principal era conscientizar a população mundial sobre a pobreza e fome na Etiópia. O evento contou com a presença de renomados artistas, como The Who, Led Zeppelin, Dire Straits, Queen, David Bowie, B.B. King, integrantes dos Rolling Stones (apresentando-se separados), Sting e Black Sabbath. Na ocasião, os shows foram transmitidas ao vivo, para diversos países e, desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.

Uma curiosidade: no Brasil, o 13 de julho começou a ser comemorado somente em 1990, quando duas rádios paulistanas passaram a mencionar a data em sua programação.

O rock nacional teve início no final da década de 1950. Em 1957 foi gravado o primeiro rock original em português, “Rock and Roll em Copacabana”, escrito por Miguel Gustavo (futuro autor de “Pra Frente, Brasil” ) e gravada por Cauby Peixoto. Entre 57 e 58, diversos artistas gravaram versões de músicas americanas, como “Até Logo, Jacaré” (“See You Later, alligator”) e “Meu Fingimento” (“The Great Pretender”, dos The Platters)

Mas foi nos anos 1980 que o rock ganhou maior popularidade no país.  Artistas que se lançaram naquela década, como Barão Vermelho, Titãs e Os Paralamas do Sucesso, permanecem em atividade até hoje, fazendo apresentações por todo o Brasil. Outros artistas da época, como Cazuza e Renato Russo, foram imortalizados e até viraram filme.

Atualmente, o cenário nacional gira em torno do rock alternativo, com bandas com influências do Indie Rock. Recentemente, bandas consagradas dos anos 80, como RPM, Ira, Barão Vermelho e Kid Abelh,a retomaram suas atividades, em turnês comemorativas. Seria esse, mais um resgate do passado?

Pílulas musicais

  • Após sair dos Mutantes, no final de 1972, Rita Lee iniciou uma muito bem sucedida carreira solo, acompanhada do grupo Tutti Frutti. É nesse período que ela lançou um de seus mais memoráveis álbuns: Fruto Proibido, de 1975, disco que contém os sucessos “Agora só falta você” e “Ovelha Negra”.
  • Em 1973 surgiu outro ícone, Raul Seixas, que chegou a vender 600 mil compactos de “Ouro de Tolo” em poucos dias e se tornaria o “representante do hippies”, com músicas como “Mosca na Sopa”, “Maluco Beleza”, “Gita” e “Metamorfose Ambulante”, composta por ele aos 14 anos. Ele é considerado, por muitos, o rei do rock nacional.
  • Vários locais do Brasil viram suas bandas surgirem nos anos 1980. No Rio, Kid Abelha, Léo Jaime, Lulu Santos e Lobão; em São Paulo o punk rock revelou grupos como Ratos de Porão, além dos emblemáticos Ultraje a Rigor, Titãs, Kid Vinil. O rock gaúcho foi representado por Engenheiros do Hawaii e Nenhum de Nós.
  • A década de 1990 foi marcada pelo movimento Mangue Beat, que surgiu no Recife, liderado pelo saudoso Chico Science & Nação Zumbi. O rock do humor teve força na mesma época, com os paulistas  Mamonas Assassinas, um verdadeiro fenômeno nacional, que parodiava do heavy metal ao sertanejo. Alguns rappers também tiveram ligação íntima com o rock, como Gabriel O Pensador e Planet Hemp.
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