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O romântico e espirituoso Jorge Aragão no ‘Depoimentos para a posteridade’

22 de novembro de 2013


 

O cantor e compositor participa do evento do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, dia 27 de novembro (quarta-feira), a partir das 13h30, na sede do MIS-RJ da Praça XV. Para entrevistá-lo estarão os jornalistas Denise Domingos e Hugo Sukman, a pesquisadora e museóloga Lygia Santos e o músico Ubirany, um dos fundadores do Cacique de Ramos. Mais informações pelos telefones (21) 2332-9520 ou (21) 2332-9506. Grátis.

Dono de um talento incomum, Jorge Aragão da Cruz nasceu no subúrbio de Padre Miguel, no Rio de Janeiro, no dia 1º de março, data em que também se comemora o aniversário da Cidade Maravilhosa. Na juventude, tocou em conjuntos de baile e pertenceu à Ala de Compositores do Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos. No final da década de 1970 foi levado por Alcir Portela para conhecer as pessoas que se reuniam às quartas-feiras na quadra do Bloco Cacique de Ramos, onde era realizado um pagode.

Esse tipo de samba chamou a atenção de Beth Carvalho, também levada por Alcir Portela. Logo depois, a cantora incluiu em seu novo disco algumas composições desse grupo, que reunia nomes como Almir Guineto, Ubirany, Zeca Pagodinho, Bira Presidente, Adalto Magalha, o próprio Jorge Aragão, entre outros. Nessa época, alguns componentes do bloco resolveram fundar o “Fundo de Quintal”, dando início à divulgação de um tipo de levada de samba até então restrito às rodas e mesas de bar. Jorge Aragão participou somente do primeiro LP do grupo, depois seguiu carreira solo.

Jorge Aragão já teve composições gravadas por grandes nomes da MPB, como Beth Carvalho, Elza Soares, Zeca Pagodinho, Emílio Santiago, Alcione entre outros. Entre os grandes sucessos de sua autoria estão “Malandro”, “Vou festejar” (com Dida e Neoci Dias), “Logo agora” (com Jotabê), “Coisinha do pai” (com Almir Guineto e Luiz Carlos), “Tem nada não” (com Almir Guineto e Luverci Ernesto), “Papel de pão”, “Coisa de pele” e muitos outros. Vale lembrar que em 1996, “Coisinha do pai”, interpretada por Elba Ramalho e Jair Rodrigues, pinçada do disco “Casa de Samba 1” foi usada para acionar o robô da Nasa em solo marciano.

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