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MIS RECEBE CESAR VILLELA, O RESPONSÁVEL PELA REVOLUÇÃO VISUAL DA BOSSA NOVA

16 de fevereiro de 2018


Foto: reprodução

 

Cesar Villela é o convidado de fevereiro da série BOSSA 60 dos Depoimentos para a Posteridade

Dando sequência à série especial Bossa 60 anos, programação em homenagem às seis décadas da Bossa Nova, o convidado de fevereiro dos Depoimentos para a Posteridade do MIS / Museu da Imagem do Som – equipamento da Secretaria de Estado de Cultura – será o ilustrador, designer gráfico e artista plástico Cesar Villela. Cultuado como criador de algumas das mais importantes e celebradas capas de LPs da Bossa Nova, Villela é responsável pelo trabalho gráfico em mais de mil discos de artistas como Sylvia Telles, Edu Lobo, Roberto Menescal, Vinicius de Moraes, Tom Jobim e Nara Leão.

O evento acontece na tarde do dia 21 de fevereiro (quarta-feira), às 13h30, na sede da Praça XV. Para a sabatina foi escalado um grande time de entrevistadores, que conta com o músico e compositor Roberto Menescal, o escritor Ruy Castro, o jornalista João Luis Albuquerque e o designer gráfico Beto Martins. Vale lembrar que o auditório tem capacidade para 50 pessoas, por isso é bom chegar cedo para garantir o lugar. A entrada é franca.
Cesar Gomes Villela nasceu no Rio de Janeiro, em 1930. Designer, diretor de arte, jornalista e artista plástico, passou por editoras, pelo jornal “O Globo” e pela agência de publicidade Standard antes de tornar programador visual de capas de discos, a partir de 1958, na gravadora Odeon. Logo no início da carreira, assinou as capas de álbuns clássicos como “Chega de saudade” e “O amor, o sorriso e a flor”, definindo a identidade visual da Bossa Nova. Em 1963, foi trabalhar na gravadora Elenco, onde criou cultuadas capas de LPs de alguns dos maiores nomes da Bossa Nova. Para Ruy Castro, Cesar Villela é “o designer revolucionário que deu às capas de discos brasileiros um ar definitivo de futuro”.
No início dos anos 1970, Cesar Villela também passou a se dedicar à pintura em óleo e tornou-se presidente do Clube dos Diretores de Arte, no Rio de Janeiro, pelo qual lançou o primeiro Anuário de Arte Visual do Brasil. O desenho e cromatismo de sua pintura estão muitas vezes ligados a temas históricos e personagens como Dom Quixote, São Francisco e São Jorge.

SOBRE OS DEPOIMENTOS PARA A POSTERIDADE

Em 1966, o MIS-RJ, inaugurou o projeto Depoimentos para a Posteridade, inédito programa de história oral criado para preservar a memória de diversos setores da cultura nacional, tais como a música, a literatura, o cinema e as artes plásticas. Atualmente conta com um acervo de mais de mil depoimentos, com quatro mil horas de material, gravado em áudio e vídeo, de figuras notáveis, como Nelson Rodrigues, Tarsila do Amaral, Fernanda Montenegro, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Nelson Motta, Ary Fontoura, Antonio Fagundes, Nicete Bruno, Zezé Motta, Neguinho da Beija-Flor, Zeca Pagodinho, Paulo César Pinheiro, Daniel Filho, Geraldo Azevedo, Dori Caymmi, Zé da Velha, Riachão, Antonio Cicero, Ronaldo Bastos, Paulo Barros, Roberto Menescal, entre outros. Vale lembrar que todas as gravações ficam à disposição do público, nas salas de consulta do MIS, 48 horas depois do término da entrevista.

SERVIÇO

Local: Museu da Imagem e do Som do RJ – Praça Luiz Souza Dantas, 01, Praça XV
Data: 21 de fevereiro de 2018 (quarta-feira)
Horário: 13h30
Entrada franca
Censura: Livre / www.mis.rj.gov.br

Mais informações: (21) 2332-9068 / 2332-9508

PARCEIROS


 

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