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Marchinhas encantam foliões por mais de um século

16 de janeiro de 2015


 

Sinônimo de bloco de rua, as marchinhas de Carnaval vêm encantando foliões de diferentes idades por mais de um século. A primeira marchinha foi composta por Chiquinha Gonzaga em 1889. A canção “Ó abre alas” foi criada especialmente para animar o cordão Rosa de Ouro. De melodia simples e ritmo acelerado, as marchinhas exercem uma grande atração sobre as pessoas. Apesar de ser um gênero musical de todo o Brasil, foi no Rio de Janeiro que as marchinhas ganharam força.

Então capital federal, o Rio tinha as principais emissoras de rádio, que contribuíam para a divulgação do gênero. Mas foi entre as décadas de 1920 e 1960, que as marchinhas se consagraram. Podemos dizer que elas atingiram o apogeu, com intérpretes como Carmem Miranda, Almirante, Dalva de Oliveira, Silvio Caldas, que interpretavam, ao longo dos meados do século XX, as composições de João de Barro, o Braguinha, Noel Rosa, Ary Barroso e Lamartine Babo.  O último grande compositor de marchinha foi  João Roberto Kelly.

Até hoje, as marchinhas de carnaval, com suas letras debochadas e irônicas, são cantadas por foliões em todo o país. Selecionamos as mais famosas da história e contamos aqui, algumas curiosidades.

* Ô abre alas (1889): pioneira do que viria a ser um gênero musical, composta por Chiquinha Gonzaga, foi criada especialmente para animar o cordão Rosa de Ouro.

* Cidade Maravilhosa (1935): uma das canções mais famosas do carnaval carioca, composta por André Filho, a marchinha fala sobre o Rio de Janeiro e desde de 1960 é  o hino oficial da cidade.

* Mamãe eu quero (1937): composição de José Luís Rodrigues Calazans (Jararaca) e Vicente Paiva, também é uma das marchinhas mais executadas no carnaval.

* Saca-rolha (1954): música da boemia carnavalesca, a canção composta por José Gonçalves, Zilda Gonçalves e Valdir Machado se tornou um clássico do repertório carnavalesco.

* Cabeleira do Zezé (1963): Segundo o compositor João Roberto Kelly, a marchinha foi criada em uma mesa de bar, no Leme, onde havia um garçom cabeludo, a quem decidiu prestar a homenagem.

* Maria Sapatão (1980): uma das canções mais polêmicas do Carnaval, foi composta por uma dupla também um tanto inédita: João Roberto Kelly e Chacrinha.

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