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DEIXA A VIDA ME LEVAR…

25 de maio de 2015


 

O cantor e compositor Zeca Pagodinho é o convidado ilustre do mês de junho, na série “Depoimentos para a Posteridade”. O depoimento acontece na quarta-feira, 10 de junho, às 13h30, na sede do Museu da Imagem e do Som, na Praça XV. Para compor sua mesa, um time de entrevistadores de peso: o jornalista Ancelmo Gois;  os produtores musicais Max Pierre e Rildo Hora; e o amigo pessoal e músico Paulão 7 Cordas.

Batizado de Jessé Gomes da Silva Filho, Zeca Pagodinho nasceu no Irajá em 4 de fevereiro de 1959 e foi criado em Del Castilho. Filho de Seu Jessé e Dona Irinéa, quarto de uma família de cinco crianças, desde cedo já trocava as aulas por uma boa roda de samba. Mas foi nos anos 1970 que o partido-alto começou a virar febre nos subúrbios do Rio de Janeiro. E entre um samba e outro, Zeca se virava como podia. Feirante, camelô, office-boy. Fez de tudo. Desta época, surgiram amizades valiosas, como Sérvula, Dorina, Paulão Sete Cordas, Monarco, Mauro Diniz, Almir Guineto e Arlindo Cruz. Zeca frequentava também as rodas do Cacique de Ramos.

No início dos anos 1980, Pagodinho começa a se estabelecer como versador de respeito. Em parceria com o flautista e partideiro Cláudio Camunguelo, teve sua primeira música gravada: “Amargura”. A faixa entrou no repertório do segundo disco do grupo Fundo de Quintal, fundado em 1977 e originário do Cacique de Ramos. A aproximação com o grupo acabou levando Zeca Pagodinho para perto de Beth Carvalho. Foi ela quem gravou seu primeiro sucesso: “Camarão que dorme a onda leva”. A madrinha ainda gravou “Jiló com pimenta” (Arlindo Cruz e Zeca). Depois foi a vez de Alcione registrar “Mutirão do amor” (Zeca, Sombrinha e Jorge Aragão) no LP Almas e corações, de 1983.

Em 1986, o sambista estreava em disco solo, Zeca Pagodinho. Emplacou os sucessos “Coração em desalinho”, “Quando eu contar (Iáiá)”, “Judia de mim” e “Brincadeira tem hora”, atingindo a marca de um milhão de cópias vendidas. Em 2002, o sucesso “Deixa a vida me levar” estabeleceu o artista como um dos grandes nomes da música brasileira. Em 2013, começavam as celebrações de seus 30 anos de carreira. No ano seguinte, foi lançado o Sambabook Zeca Pagodinho, projeto multimídia, onde artistas como Alcione, Arlindo Cruz, Diogo Nogueira, Gilberto Gil, entre outros, interpretam músicas compostas pelo sambista.

Depois de cinco anos sem lançar um disco de músicas inéditas, em abril deste ano  Zeca lançou seu 23º álbum. Incluindo canções de Monarco, Amir Guineto, Nelson Rufino, entre outros compositores, o projeto reúne 14 faixas.

 

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