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CLAUDETTE SOARES É ETERNIZADA NO MIS

16 de abril de 2018


 

A escolhida para ser homenageada no mês de abril no Depoimentos para a Posteridade do MIS / Museu da Imagem do Som – equipamento da Secretaria de Estado de Cultura – será a cantora Claudette Soares. O evento acontece na tarde do dia 19 de abril (quinta-feira), às 14h, na sede da Praça XV e faz parte dos festejos em comemoração aos 60 anos da Bossa Nova.

Entre os escolhidos para a sabatina, estão os jornalistas e escritores Ruy Castro e Rodrigo Faour, além do pesquisador Thiago Marques e do crítico musical e vice-presidente do MIS, Pedro Só. Vale lembrar que o auditório tem capacidade para 50 pessoas, por isso é bom chegar cedo para garantir o lugar. A entrada é franca.

Nascida no Rio de Janeiro, em 31 de outubro de 1937, a cantora começou sua carreira muito cedo, quando foi revelada no programa A raia miúda, na Rádio Nacional. Já na Rádio Tupi participou do programa Salve o Baião!, conhecendo Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Foi ele quem a apelidou de Princesinha do baião. Ainda na década de 1950, na Rádio Tamoio, ela apresentou ao lado de Ademilde Fonseca o programa No mundo do baião (programa de Zé Gonzaga, irmão do Luís).

Claudette Soares foi uma das principais divulgadoras da bossa nova em São Paulo e pelo Brasil. Foi ela que apresentou para o público paulista canções que se tornaram clássicos como “Garota de Ipanema”, de Tom e Vinicius.

Em 1972, casou-se com o músico Júlio César Figueiredo. Seu grande sucesso, “De tanto amor”, foi um presente de casamento dado por Roberto Carlos, que foi seu padrinho na época. Ao longo da carreira foram lançados mais de 15 álbuns, além de dezenas de participações em espetáculos musicais. A notória “baixinha”, como carinhosamente é conhecida no meio musical, sempre divulgou as canções da Bossa Nova por onde se apresentou.

Hoje, aos 80 anos acaba de lançar mais um disco, “Canção de amor”, em que pela primeira vez grava sambas-canções clássicos. Nele, a cantora volta a soltar a voz em A noite do meu bem, “Meu mudo caiu”, “Meu nome é ninguém”, “Eu sou a outra” e outras obras-primas do gênero.

SOBRE OS DEPOIMENTOS PARA A POSTERIDADE

Em 1966, o MIS-RJ, inaugurou o projeto Depoimentos para a Posteridade, inédito programa de história oral criado para preservar a memória de diversos setores da cultura nacional, tais como a música, a literatura, o cinema e as artes plásticas. Atualmente conta com um acervo de mais de mil depoimentos, com quatro mil horas de material, gravado em áudio e vídeo, de figuras notáveis, como Nelson Rodrigues, Tarsila do Amaral, Fernanda Montenegro, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Nelson Motta, Ary Fontoura, Antonio Fagundes, Nicete Bruno, Zezé Motta, Neguinho da Beija-Flor, Zeca Pagodinho, Paulo César Pinheiro, Daniel Filho, Geraldo Azevedo, Dori Caymmi, Zé da Velha, Riachão, Antonio Cicero, Ronaldo Bastos, Paulo Barros, Roberto Menescal, Cesar Villela, Joyce Moreno, entre outros. Vale lembrar que todas as gravações ficam à disposição do público, nas salas de consulta do MIS, 48 horas depois do término da entrevista.

SERVIÇO

Local: Museu da Imagem e do Som do RJ – Praça Luiz Souza Dantas, 01, Praça XV.
Tel: (21) 2332-9068
Data: 19 de abril de 2018 (quinta-feira)
Horário: 14h
Entrada franca
Censura: Livre
www.mis.rj.gov.br

PARCEIROS


 

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