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Adeus, Norma Bengell…

09 de outubro de 2013


 

E hoje o Brasil perdeu Norma Bengell, uma das musas do cinema nacional nas décadas de 1960 e 1970. Quando participou do “Depoimentos para a posteridade”, em agosto de 2012, a atriz e cineasta foi entrevistada por Anna Nascimento e Silva (atriz e produtora), Christina Caneca (produtora audiovisual), Rose La Creta (diretora e produtora de cinema) e Silvio Tendler (cineasta). Entre suas muitas histórias, Norma falou a respeito das relações pessoais com presidentes da República (de Jango a Dilma) e do namoro com Alain Delon, considerado o homem mais bonito do século 20. “Ele era muito esquisito, o que agora a gente chama de bissexual”, lembrou.

Sua carreira começou aos 16 anos de idade, como manequim da Casa Canadá, mas logo em seguida (em 1954) estreou nos palcos como show-girl do espetáculo de Caribé da Rocha, no Copacabana Palace. Por conta de seu talento e carisma, não demorou muito para receber uma homenagem de Stanislaw Ponte Preta, autor da expressão “Norminha, meu Bengell”.

Norma Bengell estreou nas telonas em 1959, no filme “O Homem do Sputnik”, estrelado por Oscarito, e logo chamou a atenção pela sensualidade ao cantar parodiando Brigitte Bardot. Com mais de cinquenta anos de carreira e dezenas de filmes, a atriz protagonizou o primeiro nu frontal do cinema brasileiro em “Os Cafajestes” (1962). Como diretora assinou “O Guarani” (1996), baseado na obra homônima de José de Alencar; já em 2008 mostrou seu lado cômico na série Toma Lá, Dá Cá (Rede Globo), como a homossexual Deise Coturno.

 

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